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Bizarrices

De vez em quando aparecem algumas pessoas tentando "revolucionar" a forma de andar de skate. Consequentemente, surgem diversas bizarrices no mercado, que obviamente, não vão para frente. 


A última engenhoca veio dos EUA, como sempre. Trata-se de um suporte colocado no nose e no tail do skate, que permite ao "skatista" fazer diversos tipos de manobras sem necessariamente dar o ollie. O objeto nos lembra um patinete, onde a facilidade fica por conta dos saltos e rodopios, mas com dificuldade para fazer os giros que remetem ao flip.






Pelo vídeo acima é possível ter uma noção do Krainkin, a "invenção" de Kevin Rains. Será que essa nova forma de andar de skate vai virar moda? Tomara que não.

fonte: http://www.skatecultura.com/ Por: Giancarlo Machado

Richie Jackson ataca novamente

Por mais que o skate esteja em constante evolução, com manobras cada vez mais técnicas, realizadas em picos cada vez mais difíceis e com skatistas com estilos cada vez  mais diferentes, é perceptível nos vídeos de skate, por mais cabreiras que eles possam ser, uma “mesmice” . Ultimamente a DC Shoes lançou o Fade to Black, do Nyjah Huston, que ficou marcado como um dos vídeos mais absurdos de skate de todos os tempo, assim como a Nike Sb acaba de lançar o Nike Sb Chronicle vol. 2, com vários renomados skatistas, inclusive o Skater of The Year, Ishod Wair. Porém, nenhum deles é tão chamativo, tão impressionante quanto esse pequeno vídeo do maluco Richie Jackson. Ele se inventa em cima do skate, realiza manobras muito difíceis em picos, que pra um skatista qualquer, não existe. Afinal, quem iria se preocupar em filmar várias vezes em uma simples pedra? Bom, é mais fácil assistir do que ler, então dê logo o play!



fonte: http://skate4life.com.br/

Capital sobre quatro rodinhas


Segundo federação, há mais de 60 mil skatistas profissionais e amadores em Curitiba. A cidade oferece 27 pistas públicas

Quando 15 mil skatistas ocuparam o centro de Curitiba na última edição do Go Skate Day promovida na capital em junho, as atenções se voltaram para eles. Relatos de confusões envolvendo praticantes e a Guarda Municipal ampliaram ainda mais essa visibilidade. Afinal, quem são esses jovens que andam por parques e ruas em cima de uma prancha com rodinhas?


A resposta é mais complexa do que parece. Um levantamento que está sendo feito pela Federação de Skate do Paraná (FSP) indica que em Curitiba entre 60 e 80 mil pessoas, de diversas idades, praticam o esporte, seja por profissão ou lazer, e estão espalhadas por toda a cidade. Apesar do grande número de adeptos, a cidade ainda conta com poucas opções de pistas. A prefeitura mantém 27 espaços públicos, mas, segundo os skatistas, muitos espaços necessitam de revitalização e modernização porque estão abandonados.
Memória
Pista da Praça do Gaúcho é “simples e singela”, diz arquiteto que a projetou
Em 1978, a Praça do Redentor, mais conhecida como Praça do Gaúcho por causa da famosa sorveteria da região, foi o primeiro espaço público de Curitiba a ganhar uma pista de skate. Um dos idealizadores do local, o arquiteto Lauro Tomizawa, conta que ele e o também arquiteto Roberto Coelho, que trabalhavam no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), foram chamados para ir até a praça pelo então prefeito Saul Raiz. “Alguns rapazes tinham escolhido a praça e pediram para que a gente fizesse uma pista de skate”, conta.
Tanto Tomizawa quanto Coelho não sabiam – e nem sabem – andar de skate e contaram com o apoio dos skatistas para projetar a pista. “Os meninos foram ao Ippuc e levaram duas revistas americanas, com modelos de pistas”, lembra. A preocupação dos arquitetos foi a de encontrar um balanço entre a superfície côncava e convexa, para possibilitar movimentos contínuos, como ondas. “A pista é simples e singela”, resume. Testes foram feitos para verificar se a circulação seria suave e sem enrosco. “Foi graças a nossa inexperiência que fizemos desta forma”, diz o arquiteto, que com Coelho construiu também a pista na Rua Schiller, no Jardim Ambiental.
Projetos sociais
Além do esporte, skate promove valores
A crença de que o skate promove crescimento pessoal e dá autoconfiança é o que move muitos skatistas a manterem projetos voltados a crianças carentes em Curitiba. O grupo Ação Voluntária Skate Sempre faz um trabalho permanente com o apoio do Centro de Educação Integral Francisco Klemtz, que fica no Portão. Todos os domingos eles promovem o Café com Skate, onde crianças são recebidas na escola para praticar o esporte na pista com obstáculos que existe no local. Um dos responsáveis, Alex Caldeira de Oliveira, de 36 anos, conta que o grupo ainda promove pequenos campeonatos ao longo do ano, desde 2010.
O ensino de valores por meio da prática do esporte define o trabalho de Fábio Stamato, de 26 anos. Ele é professor de skate e mantém o projeto Pé no Skate, em conjunto com a igreja Bola de Neve. A iniciativa começou em 2007, no Boqueirão, e tem como foco crianças entre seis e 16 anos. Atualmente, 18 alunos participam das aulas nos finais de semana, que ocorrem em uma pista particular e na Escola Municipal Germano Paciornik. “Nosso maior desejo é usar o skate para transmitir valores, é inspirar as crianças”, diz. (FT)


Para Adalto Elias Fe­rreira, presidente da FSP, e Guilherme Gonçalves, da Associação dos Skatistas da Praça, é difícil definir um perfil único do skatista curitibano porque não há barreiras sociais e geográficas entre os praticantes. No entanto, para eles é preciso melhorar a qualidade das pistas urgentemente. “Temos pistas precárias. O skate evoluiu, o número de praticantes aumentou, mas as pistas não acompanharam”, lamenta Gonçalves.

Celeiro de campeões

Como Curitiba é um celeiro de campeões do esporte, como Rodil Jr. – o Ferrugem – e Daniel Vieira, a expectativa dos skatistas é de que o poder público valorize mais a atividade. “Curitiba é o cenário do skate e não tem uma boa infraestrutura”, analisa Ferreira.

Prova da importância da cidade para o esporte é a mobilização atingida com as edições do Go Skate Day, que reúnem milhares de pessoas a cada ano. O ato começou como forma de protesto pela possibilidade de retirada da pista na Praça Afonso Botelho, por causa das obras de readequação da região para a Copa do Mundo de 2014 e do Estádio Joaquim Américo.

Mais que esporte

Todo o universo que envolve o skate – que inclui a música e o grafite – atrai William Verdi, de 26 anos, que dá aulas e oficinas sobre o esporte. “O skate abre portas e leva a gente para um bom caminho. Além do esporte, também gera empregos”, ressalta.

Quem não compete ou dá aulas, também pode usar o skate para praticar outras atividades. Esse é o caso de Heverton de Freitas, de 24 anos. Apesar de já ter conquistado vários títulos em campeonatos de skate amador, seu trabalho hoje é fotografar e fazer vídeos de skate de rua para revistas especializadas no assunto. “É difícil viver do esporte, conseguir patrocínio. A gente ainda enfrenta bastante preconceito da galera que te vê, mas não sabe o que você faz. Há oito anos tenho independência financeira por causa do skate”, diz. Para ele, o melhor da prática é a mudança do ponto de vista que ela causa. “Você enxerga a cidade de outro jeito e forma uma família”, diz.

Paixão

Praça reúne praticantes de todas as idades

A manhã de sol e céu aberto em Curitiba atraiu vários skatistas para a pista do Gaúcho, na Praça do Redentor, no começo de agosto. No local, crianças e adultos deslizavam em movimentos cadenciados pelas curvas da pista. Experientes e novatos dividem o espaço pelo prazer de andar sobre as quatro rodinhas.

Skatista há apenas dois anos, Eduardo Piccione, de 11 anos, aproveita a proximidade da pista com sua casa para andar no local todas as manhãs. “Fiz muitos amigos e aprendi a fazer várias manobras”, conta o menino, que começou a andar de skate depois de observar um amigo que praticava o esporte na praia. Assim como ele, Shayton Gustavo Cristo Lopes, de 13 anos, também é figurinha carimbada na pista do Gaúcho. O garoto, que mora em Almirante Tamandaré, mas estuda em Curitiba, anda de skate antes das aulas. “Venho todos os dias”, diz.

As ondas da pista do gaúcho também atraíram o metalúrgico Alexandre Toti Sobrinho, de 29 anos, para o esporte, em substituição ao surfe. Ele morava no Litoral e, ao se mudar para Curitiba, trocou o tipo de prancha.

Visualizar Pistas de Skate em Curitiba em um mapa maior
OBS: A pista do atlético foi destruida para virar estacionamento para copa, então é 26 pistas
fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1290358

Publicado em 25/08/2012 | FERNANDA TRISOTTO

Primeiro campeonato de Skate em pista do Brasil

Cartaz do Campeonato
Cartaz do Campeonato
Campeonato de 1977
Campeonato de 1977
Matéria na Revista Pop.
Matéria na Revista Pop.
Lotado....
Lotado....
Panorama da pista década de 70.
Panorama da pista década de 70.

Tida como a primeira pista de skate do Brasil, a Pista de skate de Nova Iguaçu foi,situada Centro de Lazer Ricardo Xavier,  inaugurada dia 04/12/1976 era chamada de SKATÓDROMO, analogia criada na década de 70 , pista consistia em duas grandes  Bacias(bowls) formando um L, Projeto do desenhista e skater Sergio Alexandre o “China”e engenheiro Henrique Reina. O primeiro campeonato realizado no “Skatódromo” foi dia 02/03/07/1977 organizado pela ASBN (Associação Skateboards de Nova Iguaçu

e Surf Craft (Cesar Chaves), o Vencedor do Campeonato foi Carioca Maninho, em segundo Quinzinho, seguido de Geraldo.  A pista (patrimônio Histórico do skate Nacional) de Nova Iguaçu ainda existe,  atualmente tem como representante da associação o skater André Viana.


App brasileiro reúne os melhores lugares pra andar de skate na cidade





Uma ideia brilhante de skatistas para skatistas: um aplicativo que indica, com a ajuda de usuários, a mapear os melhores lugares para se praticar o esporte com suas diversas modalidades.






Praticante do skate desde os 12 anos, Lierson Mattenhouser, hoje com 26, decidiu criar uma rede social que lista e indica pistas de skates mais próximas do usuário de acordo com sua posição geográfica. “Um dia em uma conversa com meu parceiro Felipe Prieto, começamos a imaginar algo que pudesse atender as necessidades dos skatistas: um site que a galera entraria para ver mapas e, dentro deles, todos os lugares aptos para a prática de skate”, conta Lierson.


Assim nasceu o Skatesquare, que além de indicar pistas e lugares, dá dicas de lojas para encontrar materiais e equipamentos necessários aos praticantes do esporte, eventos relacionados, etc. Também potencializa a aparição de novos pontos urbanos, tais como campeonatos, tendo os membros como força motriz para alimentar o aplicativo.


Centro da Juventude




Tiquatira Skate Park





C-Vida Street Skate





C-Vida Street Skate





Museu do Ipiranga




Skate City



Pista de Boiçucanga

“É o mundo do skate feito por quem realmente está na rua andando de skate.” – Lierson Mattenhouser.

fonte:http://www.hypeness.com.br/

Chorão skatepark


Triste!!! Fotos - Samantha Jesus

ee pena!!! Eu andei lá algumas vezes, skatepark era legal e divertida... Rock Roll Slide...

Infelizmente e mais uma skatepark demolida. Sonho do Skater e vocalista da Banda Charles Brown Alexandre Magno mais conhecido como Chorão em ter sua própria skatepark. A Pista ficou pronta em 2004(mas Inaugurada mesmo só em 2006) Alexandre Chorão viu seu sonho realizado em um gigante galpão na cidade de Santos(sua cidade natal) Nascia a Chorão Skatepark ( pista indoor , banks e área de street)era o ponto de encontro não só de várias sessions, mas bambém o local dos músicos da banda(para ensaio) por varias vezes sediou vários campeonatos importantes, videos clips da banda foram gravados lá. Mas Infelizmente depois da morte prematura do Chorão(março de 2013), a pista entrou em decadência, houve rumores em municipalizar mas apesar de vários movimentos para que a skatepark continuasse”viva” nada aconteceu, e pista foi destruída (janeiro 2014). Andei Algumas vezes lá era bem divertido….eee Pena!!
fonte: skatecuriosidade.com

Mundial de Skate CupNoodles Bowl Jam do Parque de Madureira


Até o sol forte que brilhava forte no seu do Rio de Janeiro na manhã deste domingo foi ofuscado pelas manobras incríveis que o tetracampeão Pedro Barros executou para levar a etapa do Mundial de Skate Bowl. Com uma terceira volta perfeita, o skatista garantiu a melhor nota da competição e levantou o público das arquibancadas do Parque de Madureira.

Tetracampeão mundial da modalidade, Pedro Barros mostrou mais uma vez porque é chamado de "rei do bowl". Com duas voltas que levantaram o público, o catarinense de 18 anos deixou os adversários para traz e ficou com o título do CupNoodles Bowl Jam, neste domingo no Parque Madureira. 


Pedro Barros

Na primeira volta, Pedro já havia garantido a maior nota, com 86 pontos. Mas se superou e fez uma terceira volta ainda melhor, que valeu 87.67 e o título da primeira etapa do Mundial de Bowl. A premiação total do evento foi de 30 mil dólares.

Para ganhar dele mesmo, Pedrinho abusou dos aéreos, da velocidade e mostrou mais consistência e amplitude nas manobras, utilizando melhor a pista. "Eu venho pra me divertir e tentar dar meu melhor. Tive uma ótima semana, consegui evoluir muito nesta etapa. A minha estratégia foi tentar manter a segurança e fazer uma volta completa de qualidade. Competir no Rio é fantástico, esse calor do público ajuda muito. A pista é animal, de nível internacional", comemorou.


Josh Rodrigues

Com apenas 16 anos, Alex Sorgente é o competidor mais novo do Circuito Mundial. O americano conseguiu vencer o calor e ficar com o segundo lugar. "Estou muito feliz, o evento é maravilhoso. Suei muito no começo, mas bebi muita água e fui em frente. É muito bom chegar em segundo já com 16 anos, os outros competidores são muito bons", celebrou Alex.

Até então desconhecido dos brasileiros, o americano Josh Rodrigues fez a alegria do público ao distribuir camiseta, adesivos e até o tênis para galera após ficar com o terceiro lugar. "É a minha segunda vez no Brasil e me diverti muito, fui muito bem recebido pelo público. O clima aqui é muito bom, quero voltar sempre. Agradeço aos brasileiros pela recepção. O skate me faz feliz e me deixa animado", exaltou.



Resultado da final:
Pedro Barros - 87.67
Alex Sorgente - 84.00
Josh Rodrigues - 83.00
Rune Gilfberg - 82.00
Murilo Peres - 80.67
Felipe Foguinho - 79.67
Sandro Dias - 78.33
Greysson Fletcher - 64.67



Parque Madureira

O Parque Madureira foi inaugurado em junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. É o terceiro maior parque da cidade, com 103,5 mil metros quadrados. Sua área contempla amplo espaço para lazer, quadras para prática de esportes e pistas de skate. O Bowl do parque é considerado um dos melhores do país pelos skatistas que já passaram por lá.

Animais Skaters

Skateboard foi inventado por seres humanos para seres humanos, isso é um fato. Porém, acompanhando a evolução das espécies, não é incomum sair na internet alguns vídeos de animais que realmente impressionam com suas habilidades em cima das quatro rodas.



Hoje, umas das primeiras coisas que vi ao ligar o computador foi um vídeozinho de um bichano mandando muito no skate em que, muito diferente de alguns vídeos sem graça de animais que se vê por aí, o gato dá vários pulos e até brinca nas bordas.
Aí me veio a brilhante ideia de reunir alguns vídeos de animais dando aquele rolê de board que realmente me chamaram atenção e que ganharam milhares de likes pelas redes sociais alheias, se liga ai.
Primeiramente, o vídeo que me fez fazer esse post super produtivo:






Esse dog aqui manda até flip na transição e faz os carving melhor que muita gente por ai










Esse bulldog virou até famoso. Entrou para o livro dos recordes como o dog que anda mais rápido num skate.




Ainda duvido da veracidade desse vídeo, e, se for verdade, esse é o chimpanzé mais gangsta que existe na face da terra!



credito:http://skate4life.com.br